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Responsabilidade, autonomia e clareza: o aluno da Casa da Ciência aos olhos dos professores e dos pais

Dezembro e janeiro são meses em que nossos principais programais presenciais, Adote um Cientista e Pequeno Cientista, entram em hiato. Nestas últimas férias, a equipe da Casa da Ciência quis confirmar os avanços alcançados pelos programas e resolveu ouvir alunos e pesquisadores.
Em janeiro, organizamos um encontro com alguns alunos que participaram do Pequeno Cientista no ano passado. A ideia era ouvir as percepções, impressões e experiências de quem passou por aqui. Mas o encontro foi além: a reunião contou com a participação de duas professoras e uma mãe, que, assim como os alunos, levantaram alguns pontos importantes sobre a passagem pela Casa da Ciência.

A Profa. Gabriela Zamarotti, que acompanha os alunos das cidade de Dumont há mais de um ano, destacou que os que participam dos programas da Casa se destacam em suas turmas. “A melhoria é perceptível em outras matérias, não só em ciências”, conta ela.
Já a Profa. Sandra Spagnoli, de Luís Antônio, destaca que os alunos se tornam mais responsáveis. Parceira da Casa de vários anos, Sandra faz um acompanhamento com os alunos na escola. “Todas as terças-feiras, nós nos reunimos para falar sobre o que foi discutido nas palestras do Adote ou nos encontros do Pequeno”, explica. Sandra conta que a passagem pela Casa traz aos alunos responsabilidade para com os estudos. “Tem aquela hora do ano em que dá um desânimo, um cansaço. Mas eles superam esse desânimo, e tocam em frente, cientes do investimento que está sendo feito por eles”, diz ela, se referindo ao investimento da prefeitura de Luís Antônio que disponibiliza o transporte para que os alunos possam vir até o Hemocentro de Ribeirão Preto, todas as quintas.

 

A mãe do aluno Olavo, de Luís Antônio, que acompanhou o grupo neste dia, também teve a chance de contar um pouco sobre as mudanças que observou em seu filho. “O Olavo sempre foi um menino estudioso e dedicado, mas depois que passou pela Casa, mudou seu comportamento com os estudos; antes, ele sempre recorria a mim quando precisava fazer um trabalho ou uma pesquisa; agora, ele adquiriu uma autonomia ao estudar”, explica Aline. Ela também destaca a empolgação de Olavo com as palestras e os encontros. “Ele chegou com um brilho nos olhos no dia da palestra de Química Forense; falava, falava e não parava mais!”, ela conta, sorrindo.

Outros resultados foram confirmados no depoimento das professores e da mãe. Melhoria na escrita dos alunos foi notada: passaram a expor suas ideias de forma mais clara e objetiva, uma prática que foi estimulada semanalmente no Adote com atividades de produção textual. Além disso, uma das marcas da Casa é a pergunta, e Gabriela nota que eles passam a perguntar mais. “E não apenas perguntar, mas saber o que estão perguntando”.
Aos desavisados, parecem informações triviais. Mas para a equipe e para os parceiros da Casa, são importantes maneiras de se avaliar e confirmar os programas. Uma falha, dos anos anteriores, que começa a ser suprida agora: a necessidade de se ouvir alunos, pesquisadores, professores, pais. Mais do que resultados alcançados e dados para avaliar e divulgar; mas um prazer em ouvir os depoimentos de quem participa da Casa da Ciência.

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