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Ciência em Foco
Extremófilos no foco da ciência

Cultura da archaea Halobacterium salinarium

em uma placa de Petri.

Você conhece os extremófilos? Eles vivem nos ambientes mais extremos do planeta, aparentemente desfavoráveis à vida. Esses organismos podem ser encontrados tanto em locais com temperaturas acima de 60º C como em geleiras próximas de 0º C, alguns conseguem viver em ambientes salinos, alcalinos ou até mesmo ácidos. Esses seres de ambientes inóspitos foram tema de dois momentos do programa Adote um Cientista: em 2011 com a professora Dra. Tie Koide, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP), e em abril de 2013 com a mestranda Marjorie Cornejo Pontelli. Os encontros foram focados na origem, peculiaridade e uso desses micro-organismos como modelos de estudo para o desenvolvimento científico e tecnológico.

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As consequências do desmatamento no cerrado

Valéria apresenta frutos e sementes do Cerrado aos alunos do Adote um Cientista.

O Cerrado é o segundo maior bioma brasileiro, ficando atrás apenas da Amazônia. Originalmente, essa formação vegetal ocupava uma área de dois milhões de quilômetros quadrados, hoje, devido ao desmatamento, restam apenas 20% desse total. Em agosto de 2011, a professora Valéria Maria Melleiro Gimenez falou sobre o Cerrado aos alunos do Adote um Cientista e alertou para os perigos do avanço da destruição do bioma: “No ritmo de desmatamento, estima-se que em 22 anos já não haverá mais Cerrado no Brasil e, consequentemente, em breve, o pantanal e outras florestas que dependem dele também desaparecerão”. Isso porque neste bioma existem várias nascentes que dão origem a lagos, córregos e rios que têm papel fundamental na distribuição de água pelo país. 

 

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Teatro científico na Casa da Ciência

{jcomments on}Com paródias, personificação de organelas, células e vírus, alunos estreitam os laços entre arte e ciência. Ao longo de mais de 10 anos de atividades, a Casa da Ciência coleciona diversos relatos dos alunos quanto à satisfação de ensinar o que aprendem, junto aos professores e pós-graduando, nos programas que frequentam. Além dos “Murais”, eles se dedicam a produzir peças teatrais com conteúdos científicos difíceis. As peças produzidas e encenadas por eles, “Agonia de uma Célula”, “Relíquias do Sangue e Sara”, “O Barbeiro de Chagas” e “Por uma gota” foram apresentadas para públicos diversos em eventos internos, municipais e até nacionais. 

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Relação mutualística entre espécies

Algumas espécies se relacionam entre si na natureza. Essas interações são conhecidas como relações ecológicas interespecíficas. Os alunos do programa Adote um Cientista estudaram a interação mutualística entre as vespas (Pegoscapus tonduzi) e as figueiras (Ficus citrifolia). A relação dessas duas espécies diferentes resulta em benefícios para todos os organismos participantes e, por isso, é classificada como mutualismo.

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Escrever para estudar

Hugo Silva Valadão, 14 anos, é responsável

pela administração do site

Alunos se reuniram, criaram um blog colaborativo e hoje escrevem para aprender e também auxiliar outros estudantes nas pesquisas escolares em diversas disciplinas da rede básica. Com pouco mais de quatro meses no ar, o Estudo Azul já contabiliza mais de 25 mil acessos de cerca de 30 países e 700 cidades diferentes.

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